Thermopulse Ibramed – Ondas Curtas

R$7.990,00

O Thermopulse é um aparelho de diatermia por ondas curtas que gera energia de radiofrequência (alta frequência em 27,12 MHz) sob a forma de radiação eletromagnética intencional para tratamento de várias patologias. A diatermia por ondas curtas THERMOPULSE se dá pela aplicação da energia eletromagnética através dos tecidos corporais. O aparelho de diatermia por ondas curtas consiste em um circuito gerador de onda senoidal que produz uma corrente com frequência de 27,12 MHz e um circuito ressonante que pode ser sintonizado exatamente na mesma frequência. O THERMOPULSE produz campos elétricos e campos magnéticos com correntes de alta frequência oscilantes e são estes campos alternados que produzem o campo eletromagnético gerando os efeitos fisiológicos e os benefícios terapêuticos.

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Descrição

Equipamento modo contínuo e pulsado

O Thermopulse é um equipamento eletromédico de diatermia por ondas curtas, que gera energia de radiofrequência (alta frequência em 27,12MHz) sob a forma de radiação eletromagnética intencional para tratamento de várias patologias.

Esse tipo de aquecimento terapêutico tornou-se popular, pois as correntes de alta frequência podem penetrar mais profundamente nos tecidos, apresentando superior vantagem quando comparada com outros métodos que aquecem os tecidos de maneira superficial.

O equipamento deve ser usado somente sob prescrição e supervisão de um profissional licenciado.

Como funciona

A diatermia por ondas curtas gerada no Thermopulse se dá pela aplicação da energia eletromagnética através dos tecidos corporais. O aparelho consiste em um circuito gerador de onda senoidal, que produz uma corrente com frequência de 27,12MHz e um circuito ressonante que pode ser sintonizado exatamente na mesma frequência.

O Thermopulse produz campos elétricos e magnéticos, com correntes de alta frequência oscilantes, que são campos alternados que produzem o campo eletromagnético, gerando os efeitos fisiológicos e os benefícios terapêuticos.

Nessas frequências, a energia eletromagnética é convertida em energia térmica pela indução de correntes circulantes no tecido isolante. O efeito de aquecimento produzido pela diatermia por ondas curtas auxilia o processo de cicatrização, transmitindo calor profundo ao tecido e resultando em numerosos efeitos benéficos.

O modo de aplicação também pode ser pulsado, ou seja, permite que sejam emitidos disparos de energia eletromagnética a intervalos pré-programados de tempo, minimizando o efeito térmico para controle da dor e do edema e acelerando a cicatrização.

Acessórios

  • 1 cabo PP fêmea de 1,5m;
  • 1 kit eletrodo vulcanizado para Thermopulse Solid State de 1,25m;
  • 1 kit eletrodo indutivo Thermopulse Solid State de 1,25m;
  • 1 manual de operações digital;
  • 1 cartela de fusível (C-314) com dois fusíveis de 5A;
  • 1 cinta para eletrodo indutivo grande.

O uso de cabos, eletrodos e outros acessórios diferentes daqueles especificados acima pode resultar em aumento das emissões ou diminuição da imunidade do equipamento. O aparelho e suas características poderão sofrer alterações sem prévio aviso.

Tratamentos

 

Termografia: relatório de atendimentos feitos na pesquisa termográfica

Para comprovar cientificamente a eficácia do Thermopulse, utilizamos o equipamento FLIR, uma câmera termográfica que mensura a temperatura dos tecidos antes e depois da aplicação da diatermia por ondas curtas.

A aplicação da radiação infravermelha ou termográfica é o uso de uma câmera infravermelha para “ver” ou “medir” a energia térmica que é emitida por todo objeto ou material existente na natureza. A energia térmica ou infravermelha é uma luz não visível, já que seu comprimento de onda é muito longo para ser detectado pelo olho humano.

Essa energia faz parte do espectro eletromagnético e é percebida pela pele como sensação de calor. Ao contrário da luz visível, no mundo infravermelho, todos os materiais com uma temperatura acima de zero absoluto emitem calor. Mesmo os objetos muito frios, como cubos de gelo, emitem luz infravermelha.

Quanto mais alta a temperatura do objeto, maior será a radiação infravermelha emitida. A radiação infravermelha nos permite ver o que os olhos não veem. As câmeras de termografia infravermelha produzem imagens visuais da radiação infravermelha e calculam medições precisas de temperatura sem contato com o objeto.

Em geral, quase todos componentes elétricos e mecânicos ficam sobreaquecidos antes de falhar, o que torna as câmeras infravermelhas ferramentas diagnósticas extremamente valiosas para a detecção precoce de falhas. Além disso, seu uso tem se disseminado em aplicações, tais como melhoria de processos de fabricação, economia de energia, controle de qualidade de produto, segurança do trabalho, medicina e veterinária.

Sobre diatermia  

A radiação eletromagnética usada para os equipamentos eletromédicos está inserida na faixa de RF usada para comunicações. Dessa forma, poderia interferir em sinais e, para evitar essa interferência, a Federal Communication Commission (FCC), que tem como função regulamentar todas as formas de telecomunicação, designou frequências específicas para aplicações médicas. As faixas permitidas estão centralizadas em 13,56MHz, 27,12MHz e 40,68MHz.

A frequência de 27,12MHz é a mais usada, pois possui a mais ampla faixa.

Diferença entre ondas curtas capacitiva, indutiva e micro-ondas e seus potenciais de aquecimento dos tecidos

Aplicadores de diatermia em placas capacitivas são feitos de metal encapados por um compartimento plástico ou eletrodos emborrachados de carbono que estão localizados em blocos de feltro.

Uma corrente elétrica alternada de alta frequência passa de uma placa para outra através do paciente, produzindo um campo elétrico e um fluxo de corrente no tecido corporal que está entre as placas. Conforme a corrente passa pelo tecido, ela causa oscilação de partículas carregadas, ocasionando um aumento na temperatura do tecido.

Em aplicadores indutivos de diatermia, a quantidade de calor gerado numa área do tecido depende da força e da densidade da corrente, sendo o maior aquecimento ocorrido em tecidos com maior condutividade, como os músculos. Como a corrente sempre passa pelo caminho com o mínimo de resistência e, por isso, quando um tipo de aplicador de placa capacitiva é usado, a corrente geralmente se concentra na superfície dos tecidos e não penetra tão efetivamente em tecidos mais profundos se esses tecidos forem pouco condutivos, como a gordura subcutânea.

Assim, as placas capacitivas geralmente produzem mais calor na pele e menos calor nas estruturas mais profundas, em contraste com aplicadores indutivos, ao quais aquecem as estruturas mais profundas com efetividade, porque a incidência do campo magnético pode alcançar uma penetração maior para induzir o campo elétrico e a corrente dentro do tecido-alvo.

Nesse mesmo contexto, equipamentos de diatermia por micro-ondas produzem uma corrente alternada de alta frequência em uma antena. Essa corrente alternada produz um campo eletromagnético que é diferenciado através do tecido por uma reflexão de curva circundada próximo à antena. Equipamentos de diatermia são úteis quando somente pequenas áreas de tecido estão envolvidas.

As micro-ondas geram mais calor nos tecidos com alta condutividade elétrica (músculos), entretanto, essa radiação penetra menos profundamente do que a diatermia indutiva por ondas curtas.

Comparação da distribuição de calor nos tecidos corporais com aplicador de diatermia indutiva de ondas curtas, de diatermia de placa capacitiva e diatermia de micro-ondas.

Tipos de ondas

Diatermia por ondas curtas contínuas e pulsadas

Diatermia é o termo utilizado quando ocorre um aquecimento detectável nos tecidos profundos, portanto, a diatermia por ondas curtas refere-se ao aquecimento produzido por campos elétricos e magnéticos alternados por altas frequências (ondas curtas de rádio).

O aparelho de diatermia por ondas curtas produz campos elétricos e magnéticos com correntes de alta frequência oscilantes e são esses campos alternados que produzem os efeitos fisiológicos e os benefícios terapêuticos obtidos com o tratamento.

A diatermia por ondas curtas pulsada utiliza um circuito de tempo para interromper eletronicamente as ondas de 27,12MHz, resultando em trens de pulsos contendo uma série de oscilações de alta frequência emitidos em onda senoidal pelo aplicador da diatermia por ondas curtas pulsadas.

Cada trem de pulso tem uma duração predefinida (on time), sendo separado por sucessivos trens de pulso de off time, que é determinado pela frequência de repetição. Dependendo do dispositivo, a frequência de pulso pode variar de 1 a 7000 pulsos por segundo. As ondas curtas pulsadas são liberadas para o paciente com uma intensidade muito baixa, não aquecendo os tecidos.

Métodos de tratamento

Modo capacitivo: um par de placas é conectado ao equipamento e a região do paciente a ser tratada é posicionada entre as placas.

Indicações

 

  • Osteoartrite;
  • Poliartrite crônica das articulações do quadril e do ombro;
  • Tendinite e tendinose;
  • Dores tibiais;
  • Bursite;
  • Torções, luxações entorses e contusões;
  • Epicondilite;
  • Fraturas;
  • Neuralgia intercostal;
  • Isquialgia e isquioneuralgia;
  • Contraturas;
  • Lombalgia;
  • Mialgia;
  • Neralgia e neurites;
  • Síndrome do ombro congelado;
  • Periostite;
  • Fibromialgia;
  • Fibrosites;
  • Espondilose e osteocondrose;
  • Síndrome do túnel do carpo;
  • Tendovaginites;
  • Síndromes cervicais;
  • Síndrome do piriforme;
  • Neuroma de Morton;
  • Fasceíte plantar;
  • Síndrome do manguito rotador;
  • Torcicolo;
  • Síndrome da plica sinovial;
  • Síndrome da dor patelofemoral.

Precauções de uso

A diatermia deve ser usada com cuidado em pacientes obesos, pois pode aquecer a gordura excessivamente.

Aparelhos contraceptivos intrauterinos que contenham cobre. Os contraceptivos intrauterinos (DIUs) que contêm cobre possuem uma quantidade pequena de metal e não constituem risco para as mulheres durante o tratamento com ondas curtas.

Modos de aplicação

  • DOC – Diatermia por ondas curtas;
  • DOCP – Diatermia por ondas curtas pulsada;
  • Diatermia por ondas curtas pulsado automática.

Potências

  • Frequência de saída: 27.12MHz ± 0.6%;
  • Saída de potência do modo capacitivo: 10 a 150W (50ohms);
  • Saída de potência do modo indutivo: 10 a 80W (50ohms);
  • Incrementos de potência: 10W;
  • Duração do pulso: 100 a 400μs;
  • Frequência de pulso: 50 a 800Hz;
  • Tempo de tratamento: 1-60 minutos (incrementos de 1 minuto);
  • Área do eletrodo capacitivo: 270cm² cada eletrodo;
  • Área do eletrodo indutivo: 85cm².

Técnicas de aplicação – Método capacitivo

Contraplanar: as placas são colocadas nos lados opostos da região a ser tratada para atingir estruturas localizadas profundamente, como, por exemplo, articulações.

Contraplanar desalinhada: similar ao contraplanar, porém as placas não são colocadas em paralelo.

Coplanar: as placas são colocadas no mesmo lado da região a ser cuidada para tratar estruturas mais superficiais, como, por exemplo, a musculatura paravertebral.

Longitudinal: modo de aplicação na qual as placas são posicionadas uma de frente para a outra, fazendo com que o campo eletromagnético se feche de forma longitudinal. Exemplo: uma placa no joelho e outra no pé.

Técnicas de aplicação – Método indutivo

O aplicador deve estar sobre a área a ser tratada e bem acoplado ao paciente.

Contraindicações

 

  • Gestantes ou intenção de engravidar;
  • Dispositivo eletrônico implantado (ex.: marca-passo cardíaco, dispositivo de estimulação cerebral profunda etc.);
  • Presença de metais na superfície dos tecidos que não podem ser retirados, como as formas de fixação esquelética externa ou aparelhos dentários;
  • Sensibilidade térmica comprometida;
  • Pacientes incapazes de controlar os próprios movimentos ou quando não se pode contar com sua cooperação;
  • Epífises de crescimento;
  • Condições onde há hemorragia;
  • Condições nas quais o edema ou a hemorragia estão sob a área de tensão, por exemplo, bursite aguda, linfedema, hematoma ou hemartrose;
  • Tecidos isquêmicos, cujo fluxo sanguíneo não possa ser aumentado para dissipar o calor extra e suprir as demandas da atividade metabólica aumentada;
  • Tumores malignos, pois a taxa metabólica aumentada leva a um aumento nas taxas de crescimento das metástases;
  • Lesões tuberculosas ativas;
  • Locais de trombose venosa recente, pois o aquecimento pode desprender o coágulo, gerando embolia pulmonar;
  • Paciente em estado febril ou sobre áreas de inflamação aguda.

Efeitos fisiológicos

A diatermia por ondas curtas foi originalmente adotada pelos terapeutas como um método eficaz para produzir um aquecimento profundo. O maior fluxo de corrente é produzido nos tecidos com o maior conteúdo de íons (o mais aquoso) e esses são, preferencialmente, os tecidos aquecidos.

Assim, se não houver interferência de outros fatores, quando uma parte do corpo é tratada com ondas curtas, espera-se que o tecido muscular (que possui alto conteúdo de água e de íon) seja aquecido em uma maior extensão do que o tecido gorduroso (que possui baixa quantidade de água e baixo conteúdo de íon).

Efeitos térmicos

Vibração de íons: os tecidos contêm uma grande quantidade de íons, que são transportadores de carga que se movem, produzindo um fluxo de corrente. Se um campo elétrico é aplicado primeiro em uma direção e depois na outra, os íons serão acelerados primeiro de um modo e depois do modo oposto, colidindo com moléculas adjacentes e liberando alguma energia para eles, aumentando, assim, o movimento aleatório total, que é o calor.

Rotação de dipolos: os tecidos são constituídos basicamente de água. As moléculas de água comportam-se de maneira um pouco diferente, pois, embora sejam eletricamente neutras como moléculas totais, elas são polares, isto é, as extremidades das moléculas carregam pequenas cargas opostas.

Quando são aplicadas nas moléculas polares (cargas que se revertem rapidamente), elas rodam de um lado e para o outro. Essa energia rotacional perturba o movimento de moléculas adjacentes, causando mais movimento aleatório total e mais calor.

Distorção molecular: os átomos e as moléculas que não têm carga também podem ser afetados por um campo elétrico rapidamente oscilante, já que o percurso dos seus elétrons que estão em órbita é alterado. Quando o campo elétrico muda de direção, um lado fica mais positivo e outro mais negativo, de modo que a posição média da “nuvem” de elétrons se altera, sendo atraída pelo lado positivo e repelida pelo lado negativo. Isso não causa o movimento das moléculas, mas a interação com outras moléculas vizinhas causa mais movimento aleatório e mais calor.

Efeitos clínicos

Cicatrização tecidual: níveis suaves ou subperceptivos de aquecimento são usados para promover cicatrização logo depois que o risco imediato de sangramento adicional é diminuído.

Alívio da dor: os principais efeitos no alívio da dor são reflexos quando se trata de estruturas subcutâneas. Assim, a estimulação dos receptores sensoriais de calor pode ativar o mecanismo da comporta da dor. A dor proveniente de espasmos musculares pode ser reduzida pela aplicação de calor.

Redução dos espasmos musculares: o calor reduz os espasmos musculares por diminuição dos níveis de isquemia associados com contrações prolongadas em músculos afetados.

Efeito sedativo: tem sido observado um efeito sedativo bastante inespecífico. Verificou-se que durante e após os tratamentos com calor, os pacientes adormecem mais prontamente. Embora isso possa ser apenas uma simples consequência do alívio da dor, tem-se notado que as temperaturas da pele aumentam um pouco antes do início do sono, de modo que esse efeito sedativo do calor superficial poderia ser um fenômeno reflexo.

Aumento da amplitude de movimento articular: o calor é frequentemente usado em conjunto com exercícios, para tratar desordens musculoesqueléticas, tal como osteoartrite de joelho.

Comparativo

 

Equipamento Thermopulse Ondas Curtas Equipamento Thermopulse Compact Ondas Curtas
THERMOPULSE THERMOPULSE COMPACT
DIATERMIA POR ONDAS CURTAS TRANSISTORIZADO
(27,12MHZ)
DIATERMIA POR ONDAS CURTAS
(27,12MHZ)
CONTÍNUO E PULSADO (50 A 800HZ)
PULSADO AUTOMÁTICO (50HZ A 160HZ E DE 160HZ ATÉ 50HZ)
CONTÍNUO (POTÊNCIA MÁXIMA 100W)
SINTONIA AUTOMÁTICA SETE NÍVEIS DE POTÊNCIA
ELETRODO CAPACITIVO (10 A 150W)
ELETRODO INDUTIVO (10 A 80W)
ELETRODOS CAPACITIVOS VULCANIZADOS
REBILITAÇÃO REBILITAÇÃO

Informação adicional

Peso 27 kg
Dimensões 77 × 40 × 40 cm

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